«Um cientista é assassinado na Antárctica e a Interpol contacta Tomás Noronha para decifrar um enigma com mais de mil anos, um segredo bíblico que o criminoso rabiscou numa folha e deixou ao lado do cadáver: 666». É desta forma que se apresenta o novo romance de José Rodrigues dos Santos, lançado hoje em Lisboa. «O mistério em torno do número da Besta lança Tomás numa aventura de tirar o fôlego, uma busca que o levará a confrontar-se com o momento mais temido por toda a humanidade: O Apocalipse». Numa altura em que os romances históricos estão a deixar de ter o seu protagonismo, os escritores viram-se para um dos temas mais discutidos na actualidade, que são as alterações climáticas bem como as consequências que delas adveem. Segundo o autor «é esse o ponto de partida que coloca o protagonista na pista de dois problemas muito sérios que ameaçam o nosso futuro, o aquecimento global e o fim do petróleo». Veremos se o autor consegue alcançar o sucesso de vendas que atingiram as suas últimas obras. Neste momento estou a ler "O Codex 632" e confesso que apesar de se tratar de um tema interessante, o autor perde-se em pormenores históricos que, tornam o romance um pouco "massudo". Sendo o primeiro livro que leio de José Rodrigues dos Santos, confesso que não fiquei fã. Enfim, não se pode agradar a toda a gente...sábado, 20 de outubro de 2007
"O Sétimo Selo"
«Um cientista é assassinado na Antárctica e a Interpol contacta Tomás Noronha para decifrar um enigma com mais de mil anos, um segredo bíblico que o criminoso rabiscou numa folha e deixou ao lado do cadáver: 666». É desta forma que se apresenta o novo romance de José Rodrigues dos Santos, lançado hoje em Lisboa. «O mistério em torno do número da Besta lança Tomás numa aventura de tirar o fôlego, uma busca que o levará a confrontar-se com o momento mais temido por toda a humanidade: O Apocalipse». Numa altura em que os romances históricos estão a deixar de ter o seu protagonismo, os escritores viram-se para um dos temas mais discutidos na actualidade, que são as alterações climáticas bem como as consequências que delas adveem. Segundo o autor «é esse o ponto de partida que coloca o protagonista na pista de dois problemas muito sérios que ameaçam o nosso futuro, o aquecimento global e o fim do petróleo». Veremos se o autor consegue alcançar o sucesso de vendas que atingiram as suas últimas obras. Neste momento estou a ler "O Codex 632" e confesso que apesar de se tratar de um tema interessante, o autor perde-se em pormenores históricos que, tornam o romance um pouco "massudo". Sendo o primeiro livro que leio de José Rodrigues dos Santos, confesso que não fiquei fã. Enfim, não se pode agradar a toda a gente...sexta-feira, 19 de outubro de 2007
Johnnie Walker Android
Aqui vai o vídeo da campanha publicitária lançada pela johnnie Walker que mencionei no meu primeiro post e cujo slogan é "Alcance a imortalidade fazendo apenas uma coisa notável". Enjoy!!
"Porreiro, pá!!!"

A frase é do nosso primeiro ministro e actual presidente em exercício da UE. Foi dirigida ao presidente da comissão europeia, Durão Barroso quando foi dada por terminada a conferência de imprensa em que os dois anunciaram e comentaram o acordo sobre o novo Tratado europeu alcançado hoje na Cimeira europeia de Lisboa. Nasce assim o Tratado de Lisboa que será assinado a 13 de Dezembro pelos 27 da UE. Segundo Sócrates "com este acordo e com o novo Tratado, o projecto europeu está em desenvolvimento e a Europa pode agora olhar com confiança para o seu futuro". A ver vamos, sr. primeiro ministro!
Deborah Kerr 1921-2007
Faleceu na passada terça feira, dia 16, aos 86 anos, vitima de Parkinson. Esta escocesa encarnou várias personagens nos mais de 40 filmes que protagonizou ao longo da sua carreira como actriz. Foi freira, governanta e até adúltera mas foi no papel de Bond Girl no filme Casino Royale de 1967 que se destacou. Tinha então 46 anos."Praeclara Sunt Rara"
Recentemente foi lançada pela Johnnie Walker, uma campanha publicitária cujo lema é "Alcance a imortalidade fazendo apenas uma coisa notável".Neste spot publicitário aparece um robô que diz ser mais forte, mais rápido e afirma que com certeza irá durar muito mais tempo que um ser humano comum. No entanto, ele diz que se pudesse pedir um desejo, ele desejaria ser um humano. A publicidade apela á emoção porque mexe com a questão da imortalidade. Esse robô afirma ainda que enquanto ele só necessita de evitar desgastes para ser imortal, o Homem tem que fazer algo notável para se imortalizar. A imortalidade está ao alcance de todos nós e é nos gestos do dia a dia, enquanto vivemos e convivemos que, por vezes sem nos apercebermos, fazemos pequenas coisas notáveis que ajudam a construir a nossa imortalidade.
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