domingo, 14 de março de 2010

A Minha Mais Recente Descoberta

Não resisti a comprá-lo quando o vi na prateleira, enquanto andava às compras. Um delicioso cacau com um intenso sabor a chocolate e uma textura espessa e aveludada. Era mesmo disto que eu andava à procura para tornar ainda mais interessante o meu pequeno-almoço. Mas atenção, deve consumir-se moderadamente, pois pode tornar-se um vício.

sábado, 13 de março de 2010

"Deficiências" por Mário Quintana

"Deficiente" é aquele que não consegue modificar a sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.

"Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui.

"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.

"Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.

"Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.

"Paralítico" é quem não consegue andar na direcção daqueles que precisam da sua ajuda.

"Diabético" é quem não consegue ser doce.

"Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer.

E, finalmente, a pior das deficiências é ser "Miserável", pois:

A amizade é um amor que nunca morre.

por, Mário Quintana

quarta-feira, 10 de março de 2010

Pratos (re)Inventados

Deve ser uma nova tendência que anda por aí, a dos cozinheiros quererem reinventar novos pratos e adapta-los à cozinha gourmet. Ou isso ou a ASAE anda distraída. É que é preciso ter muito azar, num só dia, em duas refeições diferentes, encontrei coisas estranhas no prato. Ao almoço, empadão de carne no qual encontrei um caracol. Isso mesmo, um caracol. Ainda se estivesse a beber cerveja para acompanhar...mas nem isso. Ao jantar, grelhada mista com salada e...um cabelo. É nojento, eu sei. E é muita coisa estranha para um só dia na minha comida.

Em Modo "Stand By"

E lentamente começo a recuperar do meu estado anterior de melancolia. Quase curado da constipação (maldita tosse que ainda persiste), já retomei o trabalho e os meus dias vão ficando cada vez melhores. Claro que o sol também veio ajudar. E muito. Tinha a necessidade de sentir aquele quentinho e ver aquela luz brilhante e natural, como se isso fosse indispensável para eu viver, como se se tratasse de uma planta que necessita de fazer a sua fotossíntese todos os dias.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Em Modo "OFF"

Não tenho aparecido muito por aqui, não por falta de tempo, mas antes porque simplesmente não me tem apetecido escrever. É uma fase, acho eu. Estive destacado numa missão humanitária na ilha da Madeira, durante oito dias. Sobre este assunto não posso adiantar muito mais. Apenas que o facto de ter lá estado, nas circunstâncias que toda a gente conhece, foi marcante e decerto jamais esquecerei esse momento da minha vida. E regressado ao Continente deparo-me com uma valente constipação que teima em não me abandonar. Eu tento resistir e ser mais forte, mas está a dar luta.
E os meus dias têm sido assim, cinzentos melancólicos e sem vontade para nada. Estou em modo "OFF".
E já agora, já parava de chover. Como é possível haver tanta água lá em cima?

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

"Paradise Circus" com Bolinha!

Este é o vídeo do novo single dos Massive Attack, o cartão de visita do álbum "Heligoland". Está a dar que falar por parte da imprensa, sobretudo britânica, devido ao seu conteúdo "pornográfico". Neste vídeo, a ex-actriz pornográfica Georgina Spelvin, que se tornou uma estrela com o filme "The Devil in Miss Jones" , hoje com 73 anos, fala sobre a sua experiência no mundo da pornografia ao mesmo tempo que são exibidas imagens do filme.

"Heligoland" Censurado

Capa do álbum "Heligoland" dos Massive Attack
Desde o álbum Mezzanine, em 1998, que me tornei fã desta banda de trip-hop inglesa. Cheguei a recear que tivesse chegado ao fim, pois o último álbum editado data de 2003. Mas volvidos sete anos, eles estão de regresso e em grande forma com o seu mais recente trabalho "Heligoland", que já tive oportunidade de ouvir. Mas como nem tudo é fácil na vida de um artista, os Massive Attack viram os cartazes publicitários com a capa de "Heligoland" serem removidos das estações do metro em Londres. Segundo a banda declarou ao jornal "Daily Star", a empresa responsável pelo metro de Londres acha que a capa do disco é demasiado parecida com um graffiti para poder ser exposta no metro. Robert Del Naja, um dos elementos da banda, refere que "eles não permitem que se exiba nada no metro que seja parecido com arte urbana. Querem que removamos tudo. É a censura mais absurda que já vi". A banda viu-se forçada a redesenhar o trabalho gráfico para poder exibi-lo nas estações do metro.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Nine

Nine não deixa de ser um bom filme, no entanto não é uma obra-prima da sétima arte. Muito na linha daquilo a que Rob Marshall, o realizador, já nos tinha habituado com a anterior sequela, "Chicago", Nine tem para nos oferecer um elenco de luxo com bons actores e uma boa realização. Mas depois de ter visto Chicago, em 2002, confesso que estava à espera de algo melhor, ou pelo menos diferente, não superando por isso as minhas expectativas. Ou seja, volvidos oito anos, supus que Marshall realizasse agora algo inovador no mundo dos musicais. É, contudo, uma verdadeira homenagem ao cinema italiano, que teve o seu auge nas décadas de 60 e 70.
Salve-se o brilhante desempenho da actriz Penélope Cruz que já não precisa de dar provas de que é uma actriz excelente. Com a sua personagem ela consegue atribuir ainda mais sensualidade ao filme. Também Judi Dench esteve em grande, como seria de esperar e Fergie, a vocalista dos "Black Eyed Peas" fez uso da sua inigualável voz para surpreender com a música Be Italian. Quanto ao actor principal, Daniel Day-Lewis, esteve bem no seu papel de realizador que enfrenta uma grave crise a nível pessoal e profissional e que mistura o trabalho com as mulheres da sua vida.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Greatest Song

Florence And The Machine - "Dog Days Are Over"

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Grammy Awards 2010

Rosa Lobato de Faria 1932 - 2010

"Que Perigosa Palhaçada"

Parece que o "nosso" querido Primeiro Ministro está envolvido numa nova polémica. Consta que foi apanhado com a boca na botija a dissertar infâmias sobre o tão prestigiado jornalista Mário Crespo. Este, por sua vez, não se fez rogado e veio a público dizer de sua justiça, ao mesmo tempo que escreve a seguinte crónica sobre o assunto, para o Jornal de Notícias, mas que nunca chegou a ser publicada por esse mesmo jornal. Ora vejamos:

O Fim da Linha
Mário Crespo
"Terça-feira dia 26 de Janeiro. Dia de Orçamento. O Primeiro-ministro José Sócrates, o Ministro de Estado Pedro Silva Pereira, o Ministro de Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão e um executivo de televisão encontraram-se à hora do almoço no restaurante de um hotel em Lisboa. Fui o epicentro da parte mais colérica de uma conversa claramente ouvida nas mesas em redor. Sem fazerem recato, fui publicamente referenciado como sendo mentalmente débil (“um louco”) a necessitar de (“ir para o manicómio”). Fui descrito como “um profissional impreparado”. Que injustiça. Eu, que dei aulas na Independente. A defunta alma mater de tanto saber em Portugal. Definiram-me como “um problema” que teria que ter “solução”. Houve, no restaurante, quem ficasse incomodado com a conversa e me tivesse feito chegar um registo. É fidedigno. Confirmei-o. Uma das minhas fontes para o aval da legitimidade do episódio comentou (por escrito): “(…) o PM tem qualidades e defeitos, entre os quais se inclui uma certa dificuldade para conviver com o jornalismo livre (…)”. É banal um jornalista cair no desagrado do poder. Há um grau de adversariedade que é essencial para fazer funcionar o sistema de colheita, retrato e análise da informação que circula num Estado. Sem essa dialéctica só há monólogos. Sem esse confronto só há Yes-Men cabeceando em redor de líderes do momento dizendo yes-coisas, seja qual for o absurdo que sejam chamados a validar. Sem contraditório os líderes ficam sem saber quem são, no meio das realidades construídas pelos bajuladores pagos. Isto é mau para qualquer sociedade. Em sociedades saudáveis os contraditórios são tidos em conta. Executivos saudáveis procuram-nos e distanciam-se dos executores acríticos venerandos e obrigados. Nas comunidades insalubres e nas lideranças decadentes os contraditórios são considerados ofensas, ultrajes e produtos de demência. Os críticos passam a ser “um problema” que exige “solução”. Portugal, com José Sócrates, Pedro Silva Pereira, Jorge Lacão e com o executivo de TV que os ouviu sem contraditar, tornou-se numa sociedade insalubre. Em 2010 o Primeiro-ministro já não tem tantos “problemas” nos media como tinha em 2009. O “problema” Manuela Moura Guedes desapareceu. O problema José Eduardo Moniz foi “solucionado”. O Jornal de Sexta da TVI passou a ser um jornal à sexta-feira e deixou de ser “um problema”. Foi-se o “problema” que era o Director do Público. Agora, que o “problema” Marcelo Rebelo de Sousa começou a ser resolvido na RTP, o Primeiro Ministro de Portugal, o Ministro de Estado e o Ministro dos Assuntos Parlamentares que tem a tutela da comunicação social abordam com um experiente executivo de TV, em dia de Orçamento, mais “um problema que tem que ser solucionado”. Eu. Que pervertido sentido de Estado. Que perigosa palhaçada."

domingo, 31 de janeiro de 2010

Separados à Nascença?! (IX)

Victoria Beckam vs. Jack Skellington

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Se Eu Fosse Um Personagem da Rua Sésamo...

...seria o Monstro das Bolachas!Descobri recentemente que sou um cookies addicted, é que adoro mesmo bolachas. E se forem daqueles cookies ou brownies, estilo americano, tanto melhor. E era isto, vou ali lanchar umas bolachinhas e já volto.

iPad by Apple

A Apple acaba de lançar o seu mais recente brinquedo que vem revolucionar o mundo dos computadores. Chama-se iPad, tem aproximadamente o tamanho de uma folha A4 e é uma espécie de evolução do sistema operativo do iPhone. De fina espessura, parecendo uma moldura digital e design bastante apelativo, este tablet PC (computadores finos, sem teclado e com o ecrã sensível ao toque) está vocacionado essencialmente para tarefas como a navegação na Web, ver vídeos e ler livros. Mais vocacionado, portanto para o entretenimento e lazer do que propriamente para o trabalho. O iPad tem um ecrã de 9,7 polegadas, pesa cerca de 680 gramas e ronda os 1,3 centímetros de espessura. Com um processador de 1Ghz, a sua capacidade de armazenamento anda, consoante os modelos, entre os 16 e os 64 Gb. A bateria tem até 10 horas de autonomia e o aparelho poderá estar em modo stand by durante cerca de 1 mês. Já estão neste momento disponíveis cerca de 140 mil aplicações para o iPad, sem ser necessário fazer updates ou modificações.
Estará à venda por cá dentro de dois meses e os preços andarão entre os 300€ e os 500€. E para quem não for fã da Apple, resta esperar para que a Microsoft envie para o mercado um concorrente à altura.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Cupido e Carnaval

Para os menos atentos, o Dia de S. Valentim ou Dia dos Namorados, este ano é num Domingo, mais precisamente no Domingo de Carnaval. Isto tem as suas vantagens mas também existe o reverso da medalha, as desvantagens. E começando por estas, o facto de as duas datas estarem tão próximas, está a dar com os comerciantes em doidos. Pelo menos nesta pequena cidade que habito. É que eles ficaram confusos e a indecisão - entre apetrechar as montras com ursinhos e coraçõezinhos de peluche, com cores berrantes ou, por outro lado, expor os fatos de Carnaval e as máscaras medonhas - é muito grande. E então decidem por expor um pouco de tudo. O que por sua vez vem causar confusão ao clinte que passa pela loja. Compro umas asinhas de anjo para me mascarar de cupido no Carnaval, ou compro aquele fato de princesa para oferecer ao meu amorzinho no Dia de S. Valentim?! A esta hora esses comerciantes devem estar a rogar pragas aos "senhores" que fazem os calendários. E não tarda, estão a aparecer na televisão a dizer que as vendas de serpentinas foram muito fraquinhas este ano, porque o amor andava no ar e a malta preferiu gastar dinheiro em pétalas de rosa do que andar a desfilar na rua de confetis na mão. Adiante, falarei agora das vantagens. E estas cabem às entidades hoteleiras, muitas delas já esgotadas para esta altura que, também divididos entre ofertas de jantares à luz das velas a casalinhos apaixonados e a promoção ao típico Carnaval português da sua cidade, a aposta vai para os casais românticos e todos os foliões que apareçam para preencher os quartos ainda vazios, são sempre bem vindos. Por isso, os hotéis são os únicos que ganham com isto.
Quanto a mim, como não sou romântico e detesto o Carnaval, estas duas datas poderiam deixar de existir, que eu não sentiria a sua falta. Acho que vou passar esses dias em casa, enclausurado, aproveitar para ver aqueles filmes e séries que estão à espera há muito tempo na estante.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Sobre o "Idolos"

Inês Laranjeira - ex-concorrente do "Idolos"

Fiquei fã desta "pequenita" desde que a ouvi cantar nos castings do programa "Idolos", tal como também sou fã do programa em si, seguindo-o religiosamente todos os Domingos à noite. E vai daí que não me surpreendeu nada a Inês ter saído na última gala, pois apesar de ser possuidora de um grande talento e personalidade, ela não possui potencial para chegar ao fim do concurso. O que é uma pena, porque esta miúda tem estilo, tem uma personalidade marcante, tem carisma, tem talento e é de lamentar se não houver alguém que lhe possa dar o suporte e o apoio necessário, aperfeiçoando o talento natural que a Inês tem, e ajudá-la a fazer o que ela melhor sabe, que é cantar. Gosto da voz dela, assim como gosto de quase todas as músicas que ela foi cantando nas várias galas. Digamos que ela esteve um pouco fora de época, repescando músicas antigas às quais dava sempre o seu toque pessoal. É uma pena que nem sempre tenha conseguido agradar ao júri que, diga-se de passagem está ali para avaliar tudo, menos música. Mas o "povo" achou-lhe piada e ela lá se foi safando. Mas a verdade é que os três finalistas possuem qualidades que a Inês não tem, o que fez com que ficasse pelo caminho. Sim, a Inês era a minha preferida, mesmo tendo consciência que não é o que o programa procura.
Em relação ao júri, vou abster-me de fazer qualquer tipo de comentário, pois acabei de jantar à pouco e pode parar-me a digestão por estar a dissertar sobre algo medíocre.
Quanto aos três finalistas se tivesse que votar ou escolher um, eu escolheria a Diana. O Carlos é cheio de pinta mas tudo aquilo soa a falso. O Filipe era o gajo que nos castings não sabia muito bem o que estava ali a fazer mas que depois surpreendeu toda a gente com o seu vozeirão. Mas parece-me que também não evolui dali, mantendo o seu estilo próprio e não demonstrando versatilidade da sua parte. A Diana é a única que arrasa com tudo e com todos. Canta bem, é gira, não desafina, vive a música e nota-se que ela se entrega às canções de corpo e alma. E se alguém merece o prémio final é ela, mesmo sendo sobrinha do Manuel Moura dos Santos.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Quem é ZON está ON?! Seriously?!

Sou cliente ZON há bastante tempo e tirando o preço e o atendimento ao cliente, não tenho muito que me queixar do serviço. Ou melhor, não tinha. Não tinha até ao dia em que descobri que estava a ser "roubado". Possuo um pacote já descontinuado, por cabo, de apenas televisão e internet e como tal nunca aderi à Powerbox que, segundo eles, me dá uma série de vantagens. A verdade é que eu nunca quis aderir pois achei que essas vantagens não me eram úteis, para além de ter que pagar o aluguer mensal da dita box. Qual não é o meu espanto quando, num destes dias, ao entrar no site da ZON, descubro que existe toda uma parafernália de novos pacotes, com quase o dobro dos canais que possuo, telefone fixo com chamadas ilimitadas e o dobro da velocidade da minha internet actual e ainda, espantem-se, com oferta da box para novos clientes ZON. Ou seja, eu que sou cliente antigo e que pago uma fortuna todos os meses por um pacote básico com internet lenta, não tenho direito a nada, nem tão pouco sou avisado de nada. Os novos clientes têm direito a tudo e mais alguma coisa.
Fui a uma loja ZON, pois não gosto de resolver estas coisas por telefone e passadas quase duas horas saí de lá, mas não antes sem ter o meu problema resolvido. E garanto-vos que não há nada como falar dos preços da concorrência ou ameaçar que se quer desistir da assinatura. Somos logo muito bem tratados e oferecem-nos este mundo e o outro, só para nos manterem como clientes. Continuo cliente ZON e sou agora portador de um pacote muito melhor, já com Powerbox, telefone, o dobro dos canais, o dobro da velocidade da internet e por basicamente o mesmo preço.
Se eu podia estar a usufruir destes serviços há muito tempo? Poder podia, mas não era a mesma coisa.