Primeiro as massagens, agora as maçãs! Não compreendo o que vai na cabeça destes senhores do "Allgarve". Reis Ágoas, comandante da Zona Marítima do Sul decidiu proibir na semana passada as massagens nas praias algarvias porque, segundo o próprio "toda a gente sabe como é que começa uma massagem e ninguém sabe como é que ela acaba". Que é como quem diz "porque sim, e pronto!". Agora vem também proibir a distribuição gratuita de maçãs nas praias, argumentando que a iniciativa, a cargo da Fundação Portuguesa de Cardiologia e da Associação de Produtores de Alcobaça não passa de publicidade. Algumas capitanias proibiram a distribuição deste fruto, alegando "tratar-se de publicidade que sujaria as praias". Entretanto, um porta-voz da Marinha considerou que "este tipo de campanhas causam incómodos aos utentes e provocam conflitos com os outros usos próprios das praias". Estou confuso!!! Então as pessoas não levam comida para as praias? E já que falamos de publicidade, aqueles aviõezinhos irritantes que fazem grandes razias às praias, com uma grande faixa atrás, isso é o quê?! Para além de publicidade é também poluição, neste caso sonora. É de lamentar que uma iniciativa deste género, à partida saudável e sem maldade, veja desta forma os seus dias contados. Não sei mais o que hão-de proibir, mas pelo andar da coisa, qualquer dia vamos ter brigadas tipo ASAE na entrada das praias que nos vão pedir a identificação, e caso cheiremos mal, ainda corremos o risco de não poder entrar na praia. E se pudermos entrar, é por tempo limitado, portanto "faxavor" de se despachar que a praia fechas às 17h00, muito boa tarde e obrigado.[fonte]



Ahh e tal porque é giro! É sim senhor. Procurando estar sempre a par da inovação tecnológica, acabei de descobrir este rato para computador, criado pela Microsoft, que se destaca pela sua aparência e pelo design inovador. O "Arc Mouse" tem como principal característica o facto de ser um rato de tecnologia "cordless", ou seja, para além de funcionar sem fios ainda é possível dobrá-lo ao meio, reduzindo o seu tamanho para metade. Torna-se útil para quem usa um rato externo em portáteis e também para quem faz uso do computador em viagem. Para já irá ser comercializado em duas cores, preto e vermelho, e o preço rondará os 50€ (carote!!). Chegará até nós no final deste ano.









Recentemente estreou a segunda temporada da série no canal FX. Foi feita uma campanha por forma a publicitar a mesma em que foram entregues kit's compostos por uma caixa de celofane Dexter garantindo que "A película aderente Dexter, devido à sua impermeabilidade e aderência, mantém a vítima bem presa e o chão sem salpicos de sangue, evitando assim, a formação de pistas e vestígios de assassínios". A informação sobre a série seguia embrulhada na própria película aderente.

Com este nome (




Há uma tendência generalizada entre os portugueses de tratar as pessoas por "meu amigo", muitas delas sem se conhecerem de lugar algum. Acontece-me repetidas vezes e confesso que esta expressão não me agrada, mesmo entre os amigos mais chegados. "O meu amigo isto...o meu amigo aquilo...". Há quem use e abuse disto, independentemente do sexo ou da idade da pessoa com quem se encontram a falar. Já analisei algumas situações e concluo que quem diz isto muitas vezes, fá-lo numa situação em que quer sobressair, ficar por cima na conversa, ter a última palavra. Muitas vezes o "meu amigo" chega a ser entoado de uma forma arrogante, numa de "vê lá se te calas porque não percebes nada disto. Eu é que sei, eu sou o maior...". Chega a ser ridículo, principalmente em situações em que os interlocutores nunca se conheceram antes. Assim sendo, é muito fácil criar uma amizade em Portugal, parte-se logo para a base da amizade sem se conhecer minimamente a outra pessoa. Se for preciso, passada meia hora, a pessoa que estava a chamar "meu amigo" a outra já está a dizer mal e a rogar pragas. Outro "amigo" se seguirá.