quarta-feira, 23 de maio de 2012

segunda-feira, 21 de maio de 2012

34


34 é o número atómico do Selénio.
34 é um código de trânsito na Turquia.
"If it exists, there is porn of it. No exceptions", assim dita a 34ª regra da Internet.
#34 é o título de uma música de Dave Matthews Band.
+34 é o indicativo internacional da nossa amiga Espanha.
E a partir de hoje eu tenho 34 anos! E não dando muita importância ao facto de fazer anos, só peço para andar por cá outros tantos, ser feliz e poder conviver sempre de perto com aqueles que mais amo.

sábado, 19 de maio de 2012

Álvaro e o ... Coiso!


Portugal está a enfrentar um grande problema que é o... Coiso. Quem o diz é o Álvaro, como gosta de ser chamado, o ainda actual ministro da Economia e do... Coiso! Não está muito longe da verdade, visto que a economia deste país basicamente está estagnada e o emprego quase extinto, por isso assenta-lhe bem o título de Ministro do Coiso. Até porque sinceramente, de ministro ele não tem nada e não percebo porque é que ainda continua no governo. 
Brancas todos as temos, mas oh Álvaro, chamar coiso a um tema tão delicado e actual como o desemprego, é mesmo coisa de quem não fez os trabalhos de casa e copiou pelo colega à última da hora.
É por essas e por outras que este país tem um coiso cada vez maior e não sei onde isto vai parar com tanto coiso, Sr. Ministro do Coiso!

quarta-feira, 16 de maio de 2012

sábado, 12 de maio de 2012

Pombos-Cagões


Ultimamente tenho assistido a uma grande azáfama em volta dos falcões-peneireiros que procriaram na floreira de uma varanda na Amadora. (ver noticia aqui) Toda a gente fala nisso e acha ternurento. Pppfffff!!! Que grande coisa! Eu tenho na minha varanda um casal de pombos-cagões, que isso sim, cagam que se farta e fazem daquele espaço um verdadeiro aterro sanitário, mas claro, com merda de pombo que é muito mais chique. Isto sim, são umas aves ternurentas e que dão luta.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Bernardo Sassetti 1970 - 2012


Hoje, a cultura musical portuguesa perdeu um grande génio.

terça-feira, 8 de maio de 2012

(.)(.)

domingo, 6 de maio de 2012

LOGO, não é barato!


Ontem decidi fazer uma simulação para um seguro automóvel num daqueles stands que existem nos centros comerciais e cujas meninas que trabalham nos mesmos têm um ar simpático e parece que estão ali para oferecer alguma coisa a alguém. Estão enganados! A seguradora era a LOGO. Após ter fornecido os dados necessários e antes de me dar o valor final, já a menina apregoava que se fizesse o pagamento por transferência bancária teria 5% de desconto. Uau! 5% é a loucura num seguro que me custa quase um ordenado mensal. Transferência bancária? Não me agrada, primeiro porque não tenho que fornecer os meus dados bancários a uma seguradora e depois porque não gosto nada da ideia de ficar vinculado... a uma seguradora. 
Adiante, lá me foi dado a conhecer o valor final do prémio que ficava quase 200€ mais caro que o meu actual. What? Esqueça lá isso. Ainda perguntei se era mesmo o mais baixo que conseguia fazer, disse que sim e ainda disse que, e passo a citar "a minha mãe tem um carro de alta cilindrada e tentou fazer o seguro aqui. Ficava 800€ mais caro. Claro que foi a outra seguradora". Depois disto fiquei a pensar o que fazia ali aquela alminha, se estava a vender seguros ou a dizer a quem passava que era filha de uma mãezinha rica que a obrigou a fazer alguma coisa na vida, nem que fosse tentar vender seguros.
Conclusão, não gostei do preço, nem da LOGO. LOGO, não é nada barato! Logo, saí dali o mais depressa possível e ainda poupei 200€.

MÃE

Algures no céu há uma estrela que brilha com uma intensidade única. É essa estrela que me guia e ilumina e me diz que a vida é a melhor coisa que o ser humano pode ter e por isso dela se deve tirar o máximo partido. Foi essa estrela que me ajudou a realizar-me como ser humano, foi essa estrela que me ensinou a amar, a respeitar, que me ajudou a construír o meu caminho. E por tudo isso, o meu amor por ti será sempre eterno e nunca morrerá...MÃE!

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Playboy o Quê?!


E acaba de chegar às bancas a renascida edição portuguesa da revista Playboy. Ainda se lembram da última? Pois esta está um nadinha diferente, mas para pior! Não fossem as letras a bold em tons dourados, a sobressair do fundo escuro da capa, e eu pensaria que aquilo seria uma revista para gajas.
Dos comentários que já li, dos leitores que já tiveram a desilusão de comprar e folhear a dita revista, estes dizem-se burlados. E o caso não é para menos, pois se eu quisesse ver gajas em lingerie, ou pior, gajas com cuecas de gola alta, com aquele ar de quem está aflitinha dos intestinos e cheia de vontade para ir ao WC, comprava uma dessas 500 revistas de moda. E desengane-se quem está à espera de encontrar uma Rita Pereira mais descascada do que está na capa da revista. É que ela já apareceu bem mais despida e em público.
Mas também não era de esperar muito mais de uma revista que já teve como capa o Ricardo Araújo Pereira, personalidade pela qual, aliás, e aparte os atributos físicos, eu tenho muito mais em consideração. E ele poderá gabar-se de talvez ser o único homem no mundo a aparecer numa revista do género. 
Não sei qual o objectivo ou o público alvo a que os senhores editores da Playboy querem chegar, mas senhores, homem que compra a Playboy só tem um objectivo em mente, que é ver gajas nuas. Se quisermos ler um conto do Valter Hugo Mãe ou ler uma entrevista do José Eduardo Moniz, pedimos emprestado às nossas respectivas uma Maria ou uma Caras, que sempre deve trazer uma gaja mais descascada que a Rita Pereira!

quarta-feira, 2 de maio de 2012

terça-feira, 1 de maio de 2012

Num País de Brandos Costumes


Uma acção deste género, num país de gente mesquinha e pequenina, só poderia resultar em merda. Num país civilizado, como não é o nosso, isto não aconteceria. E não aconteceria porque, neste país, as pessoas não sabem respeitar-se umas às outras. E não critico este tipo de campanha ou promoção pela parte da gerência do Pingo Doce, que assistiu incrédula ao ataque de multidões, quais zombies sedentos de carne humana a invadirem as suas lojas. Tal como também não critico aquelas pessoas que rumaram à "zombie party" à espera de poderem comprar alguns bens essenciais a metade do preço.
O que critico é o facto de o Pingo Doce ter perdido o controle da situação, ao ponto de haverem lojas a serem vandalizadas, clientes que se agrediram mutuamente, pequenos furtos e incidentes até haverem lojas que encerraram logo após o almoço. E, se o Pingo Doce tem assim uma margem de lucro tão grande nas suas vendas, ao ponto de poder fazer esta grande promoção, porque não baixar os preços dos produtos durante todo o ano e assim atrair mais clientes às suas lojas?!
Critico também aquelas zombies pessoas, sedentos de pouparem uns trocos, que foram para ali investir em bens não essenciais como bebidas alcoólicas, bolos, doces e afins, só porque estavam a metade do preço. Ou seja, coisas que numa situação normal não comprariam, hoje foi a varrer, uma espécie de limpeza geral às prateleiras das lojas, não fosse o mundo acabar amanhã e não haver salsichas na despensa para o almoço. Compraram à maluca, como se as suas vidas dependessem dessas compras compulsivas, sem olharem a validades de produtos que daqui a um mês (tanto?) estão a deitar fora porque não usaram, e sem olhar a preços que possam ter aumentado em prole desta promoção.
Giro vai ser quando o mês chegar a meio e já não haver dinheiro para pagar a conta da electricidade, do gaz, a prestação da casa, do carro ou o passe mensal para os putos irem para a escola. E aí sim, irão desejar não ter passado o 1º de Maio fechados numa superfície comercial, rodeados de gente louca em apuros, onde vale tudo, até arrancar olhos.
Eu ainda prezo muito a minha sanidade mental e como tal preferi abdicar desta loucura e até precisei de fazer compras e fui à concorrência.

"Ainda Ontem" por Miguel Esteves Cardoso


Só quem já teve a infelicidade de conviver de perto com uma situação semelhante à que Miguel Esteves Cardoso está a viver neste momento, consegue compreender a impotência e a angústia que ele sente perante esse pesadelo chamado cancro. Eu já vivi essa situação de perto. De muito perto, mesmo. E a dor, essa é inexplicável e infinita. E mesmo depois de vermos partir aquela pessoa que tanto amamos, após essa pessoa ter o merecido descanso por uma luta inglória, a dor fica para sempre, num misto de saudade e ausência. Mas a impotência de não conseguir fazer nada para que a situação melhore, é terrível e pode trazer danos colaterais devastadores. 
Resta-nos o amor incondicional por aquela pessoa que nos leva sempre a acreditar num milagre e a lutar até ao fim. Porque os milagres acontecem nunca devemos desistir.